ETIOLOGIA E SENSIBILIDADE BACTERIANA DA MASTITE SUBCLÍNICA EM OVELHAS DA RAÇA SANTA INÊS.

P. F. DOMINGUES, S. B. LUCHEIS, L. S. SERRÃO, S. FERNANDES, A. P. A. CONTENTE, E. C. V. MARTINS, H. LANGONI

Resumo


Examinaram-se 242 amostras de leite de ovelhas da raça Santa Inês com mastite subclínica, diagnosticada pelo teste California Mastitis Test (CMT), escore 1+, 2+ e 3+. Realizaram-se cultivos microbiológicos em meios de ágar-sangue ovino 5% e MacConkey, sendo que os microrganismos isolados foram identificados por esfregaços corados pelo método de Gram e provas taxonômicas. Em seguida, submetidos ao teste de sensibilidade bacteriana in vitro. Isolou-se um total de 94 microrganismos em cultura pura e em associação, distribuídos da seguinte maneira: Staphylococcus sp (n=50; 53,1%), Streptococcus sp (n=18; 19,1%), Corynebacterium sp (n=11; 11,7%), Staphylococcus aureus (n=9; 9,6%), Proteus sp (n=3; 3,2%), Micrococcus sp(n= 1; 1,1%), Acinetobacter calcoaceticus (n=1; 1,1%) e Bacillus sp (n=1; 1,1%). No teste de sensibilidade in vitro aos antimicrobianos observou-se que Staphylococcus sp, Corynebacterium sp e Streptococcus sp foram os microrganismos isolados com maior freqüência, sendo o florfenicol, a gentamicina e a cefalexina as drogas de melhor eficácia.
PALAVRAS-CHAVE: Ovelha. Mastite. Microrganismos. Antibióticos.

Texto completo:

Artigo na Íntegra - PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.15361/2175-0106.2006v22n2p146-152