HISTOMORFOMETRIA DO MIOCÁRDIO DE RATOS DIABÉTICOS TRATADOS COM AZADIRACHTA INDICA, A. JUSS

G. G. RIVERA, T. B. CORSINI, F. H. F. D'ANGELIS, S. M. BARALDI ARTONI, M. R. PACHECO, L. AMOROSO

Resumo


Esse estudo avaliou a histomofometria dos cardiomiócitos tratados com extrato aquoso e hidroalcoólico de Azadirachta indica a 10% e da estreptozootocina 6CH em ratos com Diabetes mellitus induzido por estreptozootocina. Vinte ratos Wistar albinos machos foram distribuídos aleatoriamente em cinco grupos, sendo um grupo controle. Após indução do diabetes com estreptozootocina, os animais foram tratados durante 30 dias da seguinte forma: grupo diabético, sem tratamento; extrato aquoso de Azadirachta indica a 10%; extrato hidroalcoólico de Azadirachta indica a 10% e um grupo tratado com estreptozootocina 6CH. No 31º dia, os animais foram eutanasiados e o coração foi fixado em solução de Bouin e as secções semisseriadas foram coradas pela técnica da hematoxilina-eosina (HE) e PAS/Hematoxilina. Observou-se eosinofilia no citoplasma dos cardiomiócitos pela coloração com HE, o que demonstra a presença de glicogênio no citoplasma dos cardiomiócitos em todos os grupos. Além disso, observou-se que os grupos tratados apresentaram semelhantes áreas e diâmetros, entretanto esses parâmetros diferiram do controle. A maioria dos parâmetros morfométricos nos cardiomiócitos apresentou valores inferiores nos animais diabéticos e em todos grupos tratados. O fitoterápico com Azadirachta indica e homeopático com estreptozootocina 6CH utilizados no Diabetes mellitus induzido pela estreptozootocina não promove modificações morfométricas notáveis nos cardiomiócitos no período de até 30 dias de tratamento.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15361/2175-0106.2015v31n1p28-36